Pressupor, o erro na base do problema.

 

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O madeirense é já, maioritariamente, um produto de 46 anos de poder.
Sem analise crítica, comodista e que resolve com pão e circo.
Onde está a autonomia da Madeira em caso de perpetuação da guerra?
Acreditam que o fluxo do turismo se mantém?
As pessoas gastam as poupanças da pandemia...

O madeirense não gosta de ler nem tem hábitos de leitura, o que faz dele um desinformado que vai ao encontro das estratégias de comunicação do poder, onde se inclui muitas festas que lhe ocupam o tempo quando pode pensar. Há dias, num momento de avaliação de um comentador do JM, informou que ia desistir de escrever e perguntava se valia a pena.

Posso vos informar que o madeirense foi acostumado a ser Povo Superior por alguma razão. Com esse estatuto não precisa de ler mais do que dois parágrafos, o tamanho que uma mente mal habituada suporta, e estes são os casos melhores, porque normalmente título a imagem fazem "plena" ideia de todo o conteúdo. É assim que vemos comentários absurdos de alguns, sobretudo quando o título é inteligente e não superior, e as cabecinhas depreendem errado sobre o que fala o texto e passam ao lado. A comunicação do poder é básica por isso, assim apanha a maioria e os mais capazes sentem-se ofendidos pela lata e desplante dos argumentos.

Eu acredito que não é por falta de informação que o povo da Madeira mantém este estado da "nação". Como tudo é visto ao de leve e pressuposto, nada adquire a violência da quantificação, nomeadamente na governação. Daí decorre também um certo ignorar da Madeira em muitos meandros que, conhecedores do real estado da Madeira, encolhem ombros e sem mais nada a fazer, pela força dos votos, vão acompanhando e lendo também na oblíqua... já pressupõem o que a casa gasta. Conversa de surdos onde o clique só os madeirenses podem fazer.

A mentira, sempre presente, acredito que nos dias de hoje uma comunicação varia entre os 70 a 100% de conteúdos com mentira no governo, através de números manipulados, projeções adaptadas ao objetivo, estudos adjudicados com a conclusão final desejada, a justificação de bom senso apresentada para esconder a ação política, assim tipo a Festa das Sedes do PSD Madeira, que decorreu na semana passada na Avenida do Mar e que vão receber como IPSS's mais um braçado de dinheiro para fazer campanha eleitoral com dinheiro do Estado.

Por outro lado, a mania de que "ele rouba mas faz" ignora a empolação de preços e a opção por construções desnecessárias, mal avaliadas e à pressa para gastar dinheiro disponível, sem uma estratégia para a região. O Plano de Recuperação e Resiliência da Madeira é uma triste realidade que deveria ser derramada por todos e está na posse do GR que utiliza o dinheiro fácil no modelo que nos faz pobres

Vou-me ficar por aqui para não aquecer muito as cabeças. Felicidades para o vosso trabalho caros do CM, cada vez mais necessário nesta terrinha. Abraço.

Nota do CM: Caro Autor, no CM você é mais lido do que qualquer artigo de opinião noutro qualquer espaço regional, pode ter a certeza. Continue, a primeira coisa que os comodistas dizem é que não sabiam ... eles são espertalhões, mentirosos e ardilosos. Lembre-se da imagem do mineiro que desiste justo antes da fina capa de um filão. O convencimento de controlo total tem os seus deslizes. Volte sempre.
Enviado 
por Denúncia Anónima.
Quarta-feira, 8 de Junho de 2022
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