Gastar dinheiro fora e não na Madeira

 

Q uando as crises se acentuam viram-se para os madeirenses. Alguns, aqui na Madeira. Quando o turismo fugiu com a pandemia, algumas esplanadas esquisitas para madeirense, no Funchal, já os queriam. Agora vejo esta cena de cobrar o que é público na nossa terra aos madeirenses. Eu tenho uma teoria!

Meus amigos, andem de transportes públicos, poupem dinheiro e não sustentem mais um membro da família que se chama carro, poupem o dinheiro e com ele apostem em viajar através da Ryanair, assim podem gastar como verdadeiros turistas noutro lugar e abrir os horizontes. Esta gentinha, como este comentador muito gostam de atirar areia para os olhos. Ele acha bem pagar mas claro que politicamente omite "os madeirenses". Está previsto pagarem durante a semana e haver essa bondade da borla aos fins de semana. Que feito incrível! Se você fizer férias só pode sair aos fins de semana? E já falo em todos os locais turisticamente atraentes. Nada vai melhorar, só alguns vão ficar com o dinheiro. Mas alguém acredita que fora da esfera pública as levadas, lugares e paisagens vão ser viáveis? Vão tratar de todos os lugares e sacar lucro? Resta perguntar a que preço!!?? Ou será como na Saúde que levam o "fillet mignon" para a Privada?

O senhor João Cunha e Silva porque não falou dos lordes da Gesba a tirar ganhos aos produtores? Porque foi para as Canárias? Porque não zelou pelos rendimentos dos madeirenses mas unicamente do Povo Superior reinante nesta ditadura. A Gesba foi uma lugar para meter tachistas e não para ser cooperativa. A Gesba mata a bananicultura, não a promove.

O senhor João Cunha e Silva, que não desiste em se branquear depois de ser a cara da dívida a mando do Alberto João, disse hoje algo factual, de como ocorrem as coisas nesta terra: o dinheiro público infraestrutura a ganância dos DDT, é assim tipo a Residência do Savoy no Funchal com os 3 milhões públicos para lhe arranjarem o quintal. Então disse o tal governante da dívida:

Por exemplo, algumas levadas, trilhos, locais, bem que poderiam ter exploração pública ou ser concessionadas a privados. Com regras, manutenção, apoio, acompanhamento, aconselhamento, disponibilização de guias e de material no local assegurado.

As coisas que eles sabem dizer para parecer bonito, concessionado o modelo seria o de sempre, as despesas paga o GR e o lucro fica no privado e então teremos mais um monstro sugador em vez de colocar pura e simplesmente os serviços do Governo regional a funcionar!!!!!!!!!!!!! 

Isto parece o Calado na rede viária da zona do Fórum, faz-se para destruir. Recebem os dinheiros com regras da União Europeia, e depois pervertem as regras. A U.E. funciona em função do povo e do dinheiro da União e não a alimentar DDT's!:

Uma vez concluída a obra do Cabo Girão chegamos a questionar a cobrança de entradas. Não foi possível fazê-lo uma vez que a obra tinha contado com apoios comunitários. Só passando 5 anos o propórito poderia concretizar-se

Este senhor do artigo nunca se preocupou por estar a entalar os madeirenses com dívidas, de todas as espécies, verdadeiras e escondidas, dirigidas a alimentar o monstro do betão e alcatrão do seu amigo Jaime e dos DDT das obras. Ele não se importa com a pobreza que fez crescer na Madeira, enquanto colaboracionista executivo. Ele não se importa que o madeirenses não tenha serviços públicos a funcionar para não gastar mais, para além do que desconta, para ter, por exemplo, dinheiro na Saúde Privada. Ele concorda é com a mama preparada para mais um DDT sugar dos madeirenses. Grandes representantes do povo que temos eleito!

Este senhor, passou a vida a endossar ganhos, oxalá não seja sócio em nada. Tornou os madeirenses pobres na melhor oportunidade de sempre com a União Europeia e continua a endossar negócios de áreas públicas aos privados seus amigos.

Enviado por Denúncia Anónima.
Terça-feira, 10 de Maio de 2022
Todos os elementos enviados pelo autor.

Adere à nossa Página do Facebook (onde cai as publicações do site)
Adere ao nosso grupo do Facebook: Ocorrências CM
Segue o site do Correio da Madeira