Trilogia da TV Ruralidade: O que sobra entre o FOGO-de-PALHA e o RESTOLHO?

 

J á diz o velho ditado popular que “Não há duas (2) sem três (3) e à terceira é mesmo de vez”, serve o mesmo ditado para justificar esta última crónica daquilo que eu mesmo apelidei da Trilogia da TV Ruralidade, que hoje pretendo transmitir aos mais atentos leitores e seguidores deste mui indômito e abnegado Correio da Madeira.

Se me permitem recordar a primeira escritura, denominava-se “Imparcialidade Moderada” ou Parcialidade Descarada” e data de 13 de Setembro de 2021, podendo ser resgatada aqui no sítio do Correio da Madeira através do seguinte (link)

A segunda escritura, denominava-se “TV Ruralidades: é assim que arrebenta a Festa” e data de 16 de Setembro de 2021, podendo ser resgatada aqui no sítio do Correio da Madeira através do seguinte link.

A primeira escritura, apresentava-nos a grande celebridade ou personagem satírica, Compadre Massarocanokú, moderador da festa do milheiral das Madalenas e fazia a apologia das ideias fragmentárias, da escolinha da sabujice partidária, da comunicação regional corrompida (imprensa escrita), e do apoteótico discurso da Coelhada Trabalhista, como sejam os Caciques da Madeira Nova e os Donos Disto Todo, alertava para o garante da expressão do serviço público televisivo aqui na Ilha da Madeira, da sua ruralização e distância das verdadeiras questões de facto e terminava com apelo às salutares regras do respeito mútuo, da neutralidade de opiniões, da opacidade partidocrática, enfim de um respeito democrático pelas vozes que queriam apresentar e debater ideias para a governação autárquica no próximo quadriénio no município do Funchal.

Tal acabou por não se verificar, em culpa própria por mão do estimado Compadre, mas para isso existem queixas que se podem apresentar em sede própria como seja:

  • no sitio da internet da CNE – Comissão Nacional de Eleições (link) (https://www.cne.pt/)
  • ou através do hashtag #páradetequeixar ,
  • ou através da ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social (link),
  • na própria RTP através do Provedor do Telespectador (link) 
  • ou através do link da Petição Pública - Serviço Gratuito de Petições Online (link) para o seu afastamento definitivo deste formato de programas.

A segunda escritura, antevia um encontro calorosamente familiar, o que acabou por acontecer com sarcasmos pelo meio, troca de galhardetes e mimos, e um silenciar constante e encomendado para calar e segregar as vozes mais incomodativas da noite. E mais uma vez lá se foi o esperado debate pelo cano abaixo, e do encontro apenas ficará na memória dos funchalenses a sua mediocridade, a sua falta de orientação e de direção e a ausência da retórica de crescimento coletivo e de troca de opiniões.

Num estado democrático e pluripartidário, é preciso saber distinguir conceitos, saber entender ideologias e saber moderar o diálogo numa ótica construtiva com todos e para todos.

Uma coisa é fogo-de- palha e isso sim é uma figura linguística que revela o ruim, o mau e o vilão de um compadre numa estação televisiva sem direção e conteúdo e outra é restolho, que são os despojos deixados sobre os campos após as colheitas.

No final da história todos sabemos que a colheita político-partidária virá a 26 de Setembro de 2021, inequivocamente daquilo que cada um foi plantando por aqui, a escolha dos vencedores será realizada pelos Funchalenses sem apelo nem agravo, mas também da mesma forma surgirão os “descartados”, os “despojados”, e os “derrotados”.

Todos os Funchalenses necessitam de uma autarquia esclarecida , informada e pronta a resolver estrategicamente todas as questões sociológicas e sociopolíticas no âmbito dos seus domínios de responsabilidade, sejam eles a Sustentabilidade, o Desenvolvimento Social, as Acessibilidades, a Reabilitação Urbana, o Ambiente, a Ciência, a Proteção Civil, o Ordenamento do Território, a Mobilidade, a Cultura, a Educação, a Juventude, o Desporto, com proteção às famílias, nas áreas sociais, da literacia, da saúde, do envelhecimento ativo, entre outras.

Escolhamos sempre com consciência tranquila, pois nada custa viver, custa sim é saber viver bem com as palavras, as promessas e as atitudes, por parte de quem apregoa vir servir uma causa maior.

Enviado por Denúncia Anónima
Segunda-feira, 20 de Setembro de 2021
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