Um texto machista: como escolhem as mulheres no PSD?

 

D ei comigo a pensar porque são as mulheres do PSD tão irritantes, pelo menos as que dão a cara, das outras ninguém vem a público se exibir, é como os outros com a mão na massa ...

O PSD Madeira era ultra machista e, de certa forma, parece que quando entraram as mulheres começou a sua decadência. A paridade pariu uma série delas de se benzer com a mão esquerda, porque valha-nos Deus, na Esquerda há mais bonitinhas, o que já revela mais um estudo interessante de se realizar, se calhar pelo imparável Gabinete de Estudos do PSD. Se o PSD é de génese ultra machista, como é que elas se meteram por eles dentro para galgar lugares? Se calhar foi ao contrário, eles é que em celibato se meteram por elas a dentro e apanharam o gosto, qual colégio só de um sexo que de um ano para outro se torna misto.

Rubina Leal bem tentou ser líder deste gangue ou será que devemos dizer ganga, na perspectiva do BE enquanto tecido que nasceu para o trabalho e totalmente anti-feminista?. Eu imagino um congresso de mulheres social democratas, era BIR pela certa, o BIR-mór entrava e dizia ... ó capoeira do C"#"*** ... tudo no chão, com um tiro para o ar ... porque não se aproveita nada.

Sara Madruga da Costa é a mais querida, com ela, Guida Vieira teria trabalho todos os dias à conta da violência doméstica. De vê-la, sabemos que o marido é um santo. Deus dá grandes desafios a alguns homens, alguns aguentam, outros não, desde que Sara Madruga da Costa ocupa os debates sozinha com a matraca, nunca mais ouvimos Carlos Pereira na rádio, se calhar é defeito meu. Vou revelar um segredo, nas salas de depilação ouve-se Sara Madruga da Costa, como quem ouve música relaxante, porque eriça os pêlos tanto de fêmea como de macho e o trabalho faz-se na perfeição.

Rubina Berardo é outra querida mas de sobrenome, em dose dupla com a matraca anterior, na Assembleia da República, até parece que as despacharam da região por falta de paciência de aturá-las, o erro foi meter um coitado de um  homem a ouvir em estéreo, penetraram com a depressão no Sem Malícia que até desapareceu, segundo o jornal Povo Livre. Como todo homem que desaparece no PSD, ressurgirá com gadelha a mais? Sem Malícia pode surgir Renovado, num Cristo de cabelo comprido, ainda vivendo a era flower power. 

Mas para tirar o juízo de vez com malícia, poderíamos enviar aquela deputada-enfermeira Cláudia Perestrelo a casa, pode é provocar erupção cutânea, tipo espinhas pipoca, só de a ouvir falar em vernáculo da Madeira profunda. Tão profunda que só pode ter qualidades que desconhecemos ... para alguém a desencantar.

Rafaela Fernandes, que já foi adaptada ao quadro de Mona Lisa, de facto tem um problema de mona porque tão depressa está calada nas horas quentes como tagarela com a jaca no pior momento. Acho que por eles fica depois calada uns tempos, se calhar era de dizer duas ou três bacoradas de uma vez a ver se estamos 1 ano descansados. Claro que com pagamento de vencimento, a história do professor do Curral é só uma distinção para pessoas de mérito. E olha que foi uma mulher, que merecia curral, que instruiu o processo maquiavélico, foi vender carros mas depois veio branquinha alva, uma santa para novas aventuras. Elas são atractivas ...

Ó Joana, pensar que estivemos tão perto, dos sonhos agora desperto, só não quero ouvir o sim que dirás ... eu com cabeleira de Marco Paulo só te vejo em Santo António por 3500€ mês, os tarados vão todos pedir muitos anúncios para te ver mas, se calhar vão votar em alguém de proximidade e não de passarela.

Augusta Ester parece o torniquete de esterilidade, muito trabalha, resolve um assunto de cada vez, trabalha mas nunca se vê nada, é a fêmea dos anúncios e de uma Segurança Social que tresanda de malícias e esquemas. Já a Parada, também uma coisa de cada vez que se soletra Prada, se fosse secretária nas Desertas já tinha levado uns tiritos dos snipers da protecção da natureza, dizem que chegou ao posto ... proposto pelo que já merece uns enxertos de gadelha da educação, choramingou, ai que ela não tem alunos e o curso vai fechar. Albuquerque olhou para a figura e disse: - é disto mesmo que precisávamos para compor o bouquet do governo, ... de qualquer maneira ela só vai aplicar ordens. Nunca pensou que quem afugenta alunos, também afugenta votos.

Com raras excepções, todas elas precisam de aulas de dicção e de serem femininas porque, a páginas tantas, o problema é que entraram maria-rapaz, aquela situação entre o frasco e o canhão, e não há paridade, por isso não foram aprovadas para ter órgão. Devem andar carentes. Há delas lisas e avantajadas mas de elegância nada. Há outras Caladas ... ui dessas nem se fala.

Deixei de parte os homens que passavam bem por mulheres, se calhar volto. A paridade é um mito, ou se tem qualidade, ou não se tem.