Temos General

 


P olitizar, partidarizando o cargo de Ministro da Republica, seria o maior escândalo e golpe político nojento desde a artificial queda do governo do Alberto João em 2007. Após o desaire eleitoral do PSD Madeira nestas presidências, lançar a discussão sobre quem deverá ser nomeado, se o mesmo ou um outro, é o “toque de fuga” possível para o PSD Albuquerquiano. `

É artificial e malograda a tentativa de procurar novo enredo, nova narrativa ou “dar uns novos toques” coreográficos para disfarçar o tropeção. O povo não “vai engolir” essa “manobra”, é demasiado evidente que até sexta-feira a liderança de Albuquerque era uma coisa e segunda outra, qual Imperador Romano Valente emboscado e morto pelas suas próprias forças. 


PSD aflito e a perder “terra firma” já começou a “minar” defensivamente o que lhe resta de território. Substituir este Ministro da República originário da Ponta do Sol, pelo Tranquada residente na Rua Mãe dos Homens, para eles, é urgente. Mandatório mesmo. É o novo grande desígnio da Autonomia do contra, e assim o foco muda e o “povo distraí-se”  

Estão obrigados a abrir mais frentes, mais pontos, mais cargas, mais arremeços, mais pedradas, mesmo que seja à louca. Para eles, a perda de pé eleitoral e de prestigio do líder, conjugado com o impacto da narrativa de que perderam legitimação eleitoral e social, neste desfecho eleitoral e com esta dificuldade de comunicação, vislumbra-lhes fatalidades internas e laterais.

Aiiii !!!! 
Os poderes laterais do PSD e do Governo. Os tais DDT´s e Lobys económicos e etc e tal ... Desde a ausência do líder na noite eleitoral que começaram a "conjenturar". Lealdade neste tipo de poder e para este tipo de pessoas é zero. Perder o poder não está no seu programa.

Qual partido Chega, do contabilista da Gesba, qual ajudante-de-campo “analfrabruto” foram arranjar. Inexperiente e inábil, não sabe gerir o silencio. Não sabe dosear o sabor de ter dado um “pontapé na bola”, tal evidencia polariza a atenção do desespero do PSD para manter as suas opções abertas. Que triste. Que decadente!

O vigarismo ranhoso e idiota de chantagear o Marcelo, apoio só com compromissos na revisão constitucional, assemelha-se a uma encomenda tática do Alberto João, tipo uma paranóica tentativa de condicionar o candidato Marcelo à narrativa regional. Qual obrigatoriedade de compromisso com a revisão constitucional e outras manobras, para estas receberem o apoio do PSD e do governo da Madeira. Mas que absurdo devaneio e deslocada deriva passou naquelas estraçalhadas “cabeças” de estrategas da Singapura do Atlântico.

Ohhh!  
“Mister” presidente, quão feia e fedosa a sua ameaça de lançamento de uma eventual candidatura pessoal na defesa e em nome do Povo Superior da Madeira! Que disformidade a insinuação do seu apoio a candidatura do partido Chega/André Ventura, até “deixou correr” a hipótese de ser o seu mandatário na região! Mas que forma mais desastrosa e inábil de tentar protagonismo num caos governativo evidente e irrecuperável. 

Mister President Mikel Dukakis, era assim você conhecido carinhosamente há dezenas e dezenas de anos. Qual quê, que o Miguel da Madeira Island, teve nestes dias o seu momento Dukakis. O Dukakis americano, candidato a presidente, que se passeou dirigindo um tanque de guerra pelas ruas de Boston a espera que isso o projetasse como verdadeiro líder dominador da situação. Toda esta trapalhada foi o momento Dukakis do nosso Mikel. Foi o passeio com o Chega e com o Ventura das direitas e extremas, que tonta e bonacheira forma de se posicionar politicamente. Que infantilidade, “se não fazes o que quero vou é com este.”

Ah Santa Abrenuncia, por onde anda aquela cabeça que sempre foi desvairada mas, ouvia conselhos e deixava “quem sabia tomar conta das coisas”. Foi assim que criou uma imagem de líder vencedor e promissor, à sua volta eram só virtudes, vitórias estudantis, bonitas e sedutoras ideias cosmopolitas, pressupondo ser uma alternativa valida para liderar a modernidade da Madeira. 

Mas a obra foi feita por quem? 

Que sejam outros os protagonistas hoje, mas que a estratégia se mantenha, que tente continuar a dar cara carismática, os olhares sedutores ou de Cristo redentor, e deixe que quem sabe e tem competência fazer o trabalho que nunca realmente conseguiu fazer.

Esta coisa de assumir iniciativas e estratégias “sem avisar ninguém”, fazer sem consultar e ficar à espera que lhe “fechem a braguilha das calças”  já não resulta e, daqui para a frente, será bem pior ...

Terminado o artigo, fica uma nota claramente destoante, estridente e fora de qualquer compasso. O perigo está à volta da esquina e o "destino marca a hora”, tal qual como Cantava Vítor Espadinha. O problema está no Herdeiro do Regime.
Uiiii !!! 
O quanto “estamos lixados” e devemos estar alerta. Aviso de nível vermelho até ao fim do ano. O Herdeiro do Regime está ai, e já começou a cobrar, e pede juros de Judeu. Até já se preparou esteticamente, mesmo sendo muito feio de nascença, ainda acha que pode dar uns toques na moina. 

Enviado por Denúncia Anónima
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2021 04:19
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