A passagem de ano só dá certo se os madeirenses forem atinadinhos

 

Quem folheia o JM nesta manhã vê o mesmo esforço do tipo Rally Vinho Madeira, para que o fogo de passagem de ano não dê barraca, com o alto patrocínio do GR.

Quando vejo só 70 efectivos da polícia no Funchal, porque há outras solicitações, como cada posto de fogo, já vejo a desproporção da situação. O contingente não chega para as encomendas na "nova ordem", se os madeirenses não colaborarem. Esqueçam, mesmo limitando a 10.300 no centro não vai dar certo. É melhor enviar a polícia para o Savoy que continua na sua, afinal o verdadeiro presidente do Governo é "quero, mando e posso" e não se passa multa ...

O Governo quer que fiquem todos em casa, se houver vista! Ninguém disse como escolhem os 10.300 para ir para o Funchal. Quem chegar primeiro? E a concentração no bloqueio não conta para apanhar Covid-19?



Quanto ao turismo, Eduardo Jesus continua a falar em ocupação hoteleira como se fossem todos os hotéis quando sabemos que muitos estão fechados (e à venda), é 50% dos abertos! E não há um jornalista no JM que tenha um bocadinho de dignidade para dar a informação correcta.

Por último, abrir escolas em Janeiro, em plena incubação destes encontros, não é boa gestão do Covid-19. Por alguma razão muitos países da Europa tiveram uma opção completamente diferente. Confinar em época de festas para não atingir a economia. O retorno deste investimento não será em receitas mas em Covid-19. Oxalá que não.

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Enviado por Denúncia Anónima
Terça-feira, 29 de Dezembro de 2020
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