Os putos e a pandemia


A os miúdos desculpa-se sempre, parece que até aos 18 anos tudo se tolera apesar da idade da parva e da maldade adulta que já possuem. É a lei permissiva, uma secretaria apostada em ser popular com os país para obter votos e famílias que dão tudo aos seus filhos para terem uma infância diferente da que tiveram. Assim se criam monstros desregrados que impõe até ditaduras em casa, onde até orçamento familiar deve ser escravizado para o menino e a menina possuir todos os itens que lhe permitem ser aceite e considerado nos "gangues". Ai se recebem um não, as represálias são impróprias para o conceito de família. Quantos país chegam às escolas, chamadas pelo maus comportamentos e afirmam: - não tenho mão ... Só quem vive isto e vê como a burocracia existe para matar os números da verdade, sabe como tudo isto não chega ao domínio público.

Esta pandemia está a mostrar como muitas casas perderam o controlo sobre seus filhos, que chegaram à libertinagem e substituíram a educação que custa aos país e a muitos filhos aplicados que estudam, por uma série de engraçadinhos que têm caminho curto para a fama e a popularidade. Tal como a família Aveiro que temos de aturar a todo o instante e que ocupam espaço para a ignorância do madeirense, quando outros têm conhecimento muito mais valido a transmitir e no interesse inequívoco de todos. Quem fala destes, fala de outros palhaços que a imprensa, rádio e TV do regime adoram chamar para o entretenimento das massas e das narrativas de poder. Para cegá-las e embrutecer. Para sonharem pouco e serem nada exigentes desde que deixados no conforto do embrutecimento a pão e circo.

A sociedade está a dar-se conta do que custa dominar estas criaturas para transmitir conhecimento, porque são uns desligados por "vício" mas sobretudo destacados como a virtude do regime, tal como os desculpados vândalos do Porto Santo, uma oportunidade perdida para colocar as coisas nos eixos e dar o exemplo. A mensagem foi, se tiveres um papá importante podes pegar lume na Madeira, envenenar a água potável, matar por prazer, destruir o betão que enriqueceu muitos para voltar a facturar. Vale a pena ser vândalo na Madeira, gozam de protecção, venham para cá.

Esta pandemia mostra todo um conjunto de egos que prefere manter a matriz errante. 

E agora, algo inacreditável pelo teor que leva este texto, parabéns Miguel Albuquerque pelo teu pulso forte. Sabes, se descambar o controlo do Covid-19 na Madeira, todos estes que são contra ti viram o bico ao prego e mudam de conversa do dia para a noite, sempre para estarem na crista da onda. É que eles falam mas tu tomas decisões. Alterar a conversa de facto é fácil, basta ver como aquele que queria o aeroporto fechado agora quer seus estabelecimentos abertos sob a mesma pandemia. Pimenta no rabo dos outros ... São essas visões curtas que se armam em retóricas, e que têm alguns seguidores, que nos desviam da verdade e do interesse público. Mantém-te firme.

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Enviado por Denúncia Anónima
Domingo, 8 de Novembro de 2020 12:38
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