Os sacanas dos Socialistas!


Antes que algum leitor mais pudico se sinta ofendido convém esclarecer que a palavra “sacana” no dicionário de língua portuguesa  define uma pessoa que age com esperteza ou malandrice, isto é, é simplesmente uma pessoa esperta. Dados os devidos esclarecimentos vamos então ao texto. 

Como era expectável e previsto pelo CM há mais de um ano, Miguel Albuquerque centrou toda a sua estratégia contra os socialistas e a Esquerda que governam Portugal. 

E não demorou muito tempo para que, ao estilo de Jardim, Miguel Albuquerque afirmar, entre muitas outras bacoradas, que “Imaginem o que era a Madeira governada por comunistas, por socialistas, por nulidades políticas, por indivíduos que não conseguem fazer uma sandes de queijo sem se enganarem na receita?”, e a piada disto é que foi dito por uma pessoa que parece que só sabe fazer poncha. 

E no entusiasmado pela dialética de Jardim, Miguel Albuquerque não demorou muito em apelidar os socialistas de “Socialistas da Treta” e que “António Costa é um Sócrates de segunda”

Se Miguel Albuquerque afirmou tudo isto deve saber do que fala, e não é preciso recuar muito na história para encontrar o primeiro sacana socialista. 

E o primeiro foi António Guterres, e a quem João Jardim apelidou de “tonto”, e que num gesto de boa vontade assumiu os passivos acumulados de 630 milhões da Madeira. 

Mas os sacanas colonialistas dos socialistas não ficaram sossegados, e já com Sócrates, e contra a vontade do Social-democrata Pedro Passos Coelho, o Estado português injetou mais 256,7 milhões de euros na Madeira. 

E o pior de tudo estava para vir, e na sequência da catástrofe do 20 de Fevereiro de 2010 os sacanas dos socialistas do Estado Português assumiram a responsabilidade de €740 milhões de euros do prejuízo total de 1080 milhões euros. 

E esta última sacanice dos socialistas foi de tal ordem que Jardim afirmou para quem quisesse ouvir que “serei aliado do engenheiro Sócrates, nem que seja contra o PSD”.



Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã.

Maquiavel
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