Lares, novo negócio da China



Enviado por Denúncia Anónima 
Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019 15:42
Texto enviado pelo autor. Título e ilustração CM.

O Caladinho só investe o nosso dinheiro, dinheiro do povo, nos Lares e Unidades de cuidados continuados de PRIVADOS para os salvarem da falência e depois para lhes dar lucro!!!

Numa visita do caladinho ao Lar da Assicom, que agora tem nome de Dialectus ou seja lá que nome tem, mas que é só para disfarçar. Esse edifício foi concessionado a uns outros que lá estão, cubanos por natureza e que falaram à televisão. Mas nessa visita o caladinho disse que ia continuar a investir nos privados em prol dos nossos idosos. Até disse que ia continuar a renovar acordos de cooperação entre Segurança Social e estes privados para ter lá idosos ( a Segurança Social da Madeira pode celebrar acordos de cooperação com privados? Não sabia, pensava que era só com IPSS ou semelhantes), e apelou aos privados para construírem novas unidades que depois paga-lhes para receberem idosos. Mas que negócio da China.

Será que o caladinho através do governo também vai ser o fiador dessas construções dos privados, como foi do Lar Assicom que agora tem esse nome Dialectus? Em 2018 o caladinho renovou o aval do Governo Regional de quase 5 milhões ao Lar da Assicom com a Caixa Geral de Depósitos, para todos os efeitos, se este for à falência, o governo assume a dívida e a Assicom fica com Lar pago, gratuito, sem gastar um tostão.

O caladinho falou que havia empresas estrangeiras da área também interessadas no negócio e em investir cá, será que uma dessas empresas é a do empresário de África do Sul, dizem que dono do Atalaia que até fundou uma IPSS de última hora e que ficou com a gestão do Lar de Câmara Lobos, sem ter 1 único trabalhador e que recebeu mais de 1 milhão de euros para ser a Segurança Social a estar lá com os seus trabalhadores e a gerir. Quem ficou com esse milhão? Que pouca vergonha é esta?

Então senhores do governo, recentemente cederam, e bem, a uma IPSS um edifício para ser transformado em centro de noite para 60 pessoas se não estou em erro. Sem ter qualquer custo associado. A minha pergunta é: com tanto edifício que o governo tem fechado e muitos em hasta pública, porquê que não os cedem às IPSS que estão no terreno a trabalhar nessa área, para que possam receber os idosos em lista de espera para Lar ou unidade cuidados continuados, em vez de alimentarem os negócios dos privados, usando os idosos mais frágeis, para tapar os olhos do povo?
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